jueves, 26 de abril de 2012

Decoupage com craquelet e brilho










Alguns dos meus primeiros trabalhos. O da esquerda, um decoupage com craquelet, o da direita, um decoupage com brilho. Lindas caixinhas decoradas, não?

miércoles, 25 de abril de 2012

O tempo por meio da observação dos movimentos


Já apresentei esse texto a muitos dos meus amigos. Posso dizer que essa é minha bíblia, meu livro de auto-ajuda, meu estilo de vida. Talvez por isso eu seja como sou...

Não sei quem escreveu, por isso peço desculpas pela falta de créditos. Mas isso já roda tanto pela rede que acho que se tornou público. E assim deveria, pois é maravilhoso. Vale a pena ler com cuidado. Espero que gostem tanto quanto eu.

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.

Se você se trancar em uma sala branca vazia, sem mobília, sem portas ou janelas, sem relógio, você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Então, quando tempo suficiente houver passado, você perderá completamente a noção das horas e dos dias.

Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Se alguém tirar estes sinais sensoriais da nossa vida, simplesmente perdemos a noção da passagem do tempo.

Porque o tempo parece acelerar? Conforme envelhecemos parece que o temo passa cada vez mais rápido, será que é com todos isso?

Além de compreender esse ponto de noção do tempo, há outra coisa que temos que considerar.

Nosso cérebro evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada. Para que não fiquemos loucos, o cérebro faz parecer que nós não vimos, não sentimos e não vivenciamos aqueles pensamentos automáticos, repetidos, iguais.

Por isso, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo. É quando você se sente mais vivo. (Como nos sentimos bem com novas experiências!) Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e "apagando" as experiências duplicadas.

Entendendo esses dois pontos, já compreendemos porque parece que o tempo acelera. Quando estamos aprendendo a dirigir, tudo parece muito complicado, o câmbio, os espelhos, os outros veículos... nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular, tudo ao mesmo tempo. Você usa apenas uma pequena "área" da atenção para isso. Acontece de forma simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); o cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa, no lugar de repetir realmente a experiência). Em outras palavras, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa... são apagados de sua noção de passagem do tempo...

O mesmo se dá quanto você faz sempre um mesmo trajeto a pé. Já aconteceu de você atravessar a rua e somente quando estava no outro lado se dar conta de que a atravessou? O cérebro fez tudo no "automático" da mesma forma que acontece no exemplo ao volante.

Que relação tem isso com a aparente aceleração do tempo? Tudo! Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos, as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Ou seja, o que faz o tempo parecer que acelerar é a... ROTINA.  A rotina até é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto: mude e marque. 
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos. 
Mude de paisagem, tire férias (preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos. 
Faça festas, seja um churrasco entre amigos ou festa de aniversário para você (marcando o evento e diferenciando o dia); use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais. 
Participe da formatura de sua turma, visite parentes ou amigos distantes ou que não vê a tempo, vá a uma final de campeonato, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, vá a shows, cozinhe uma receita nova. 
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor - faça diferente. 
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes. 
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes. 
Seja diferente!

 Em outras palavras... VIVA, porque se você viver intensamente, o tempo vai parecer mais longo. 

CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, GRITE, FANTASIE, DANCE, AGRADEÇA, CHORE, CORRA, INVENTE, REINVENTE, SEJA TODO DIA UMA PESSOA DIFERENTE….

martes, 24 de abril de 2012

Desde mi ventana


Que saudades dessa vista... La puesta del sol - desde Santiago, Chile

Caixa organizadora rosa - pintura e decoupage


Essa caixinha decorativa fiz para dar de presente a uma amiga. Foi um dos meus primeiros trabalhos com decoupage.

sábado, 21 de abril de 2012

Caixinhas em decoupage com guardanapo

Depois de uma lonnnnga ausência, estou de volta e espero ser mais frequente, já que finalmente consegui estabelecer uma rotina que inclui um tempinho para meus trabalhos manuais.

Estou trabalhando num novo projetinho de decoupage para reciclagem de móveis, mas como ainda está no início, só para comemorar essa volta posto aqui umas fotos de umas caixinhas que fiz e que amo muito.